Pivetta critica convocação de Neymar, mas apoia liberação de servidores para jogos do Brasil
O governador Otaviano Pivetta apoia liberar servidores mais cedo para jogos, mas critica Neymar.
Governador Otaviano Pivetta defende saída antecipada de servidores durante a Copa do Mundo.
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), manifestou apoio à liberação de servidores públicos para assistirem aos jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, que começa em 11 de junho. Em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (28), Pivetta elogiou a decisão do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), de permitir que os servidores municipais saiam mais cedo, às 16h, para evitar congestionamentos nos dias de jogo. Ele se mostrou favorável a uma medida semelhante para os servidores estaduais, afirmando: "Eu sou parceiro. (…) Por que não? Para os jogos do Brasil?".
Apesar de sua alegria com a chegada da Copa do Mundo, Pivetta criticou a convocação do jogador Neymar, afirmando que ele não é um bom exemplo no futebol. "Não, eu acho que ele não é um bom exemplo em nada, nem em futebol, na minha opinião não é", declarou. O governador, que se lembrou de ídolos do passado como Pelé e Rivelino, questionou a necessidade de gostar de Neymar apenas porque a maioria o admira. Essa postura reflete uma visão crítica sobre a figura do jogador, que é amplamente popular entre os torcedores brasileiros.
O governador Otaviano Pivetta apoiou a liberação de servidores para assistirem aos jogos da seleção brasileira, mas criticou a convocação de Neymar.
A posição de Pivetta reflete uma crítica à figura de Neymar, que é amplamente admirado, mas controverso.
Pontos-chave
- Governador Otaviano Pivetta (Republicanos) apoia a liberação de servidores do Estado para assistirem aos jogos da seleção brasileira.
- Pivetta elogiou a decisão do prefeito Abilio Brunini (PL) de liberar servidores municipais às 16h.
- O governador criticou a convocação de Neymar, afirmando que ele não é um bom exemplo em futebol.
Frases-chave
"Eu acho que liberar às 16h para os jogos do Brasil, sou parceiro. (…) Por que não? Para os jogos do Brasil?"
"Não, eu acho que ele não é um bom exemplo em nada, nem em futebol, na minha opinião não é."
Fonte original: Olhar Direto — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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