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Júlio Campos declara guerra política após surpresas na Federação União Progressista

O deputado estadual Júlio Campos (UB) expressou surpresa com a formação da Federação União Progressista e criticou a tentativa de enterrar a candidatura de seu irmão, Jayme Campos (UB), ao governo.

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Deputado Júlio Campos critica a formação da federação e defende candidatura do irmão ao governo.

O deputado estadual Júlio Campos (UB) revelou ter sido "pego de surpresa" com a formação da Federação União Progressista, que protocolou na Justiça Eleitoral os nomes dos membros do diretório executivo em Mato Grosso. Ele acredita que essa ação é uma tentativa de "enterrar" a pré-candidatura de seu irmão, Jayme Campos (UB), ao governo. Em declarações à Rádio Cultura FM, Júlio afirmou que o grupo dos Campos "vai para guerra" e que o ex-governador Mauro Mendes está na "pica do Saci", pois precisa do apoio deles para ter sua candidatura ao Senado homologada.

Júlio Campos criticou a nova composição do diretório, que inclui o ex-governador Mauro Mendes como presidente e o ex-senador Cidinho Santos (PP) como vice. Ele expressou descontentamento com a inclusão de pessoas sem mandato e a exclusão de parlamentares do União Brasil, como Nilson Leitão, que, segundo ele, foi "punido" por defender a escolha do melhor candidato para as eleições. O deputado ressaltou que o acordo feito em Brasília com os presidentes nacionais do União Brasil e Progressistas não foi cumprido, o que o levou a convocar aliados para investigar possíveis interferências.

Júlio também destacou a importância do apoio do grupo para a candidatura de Mendes, afirmando que, dos 53 votos necessários, 33 pertencem a eles. Ele enfatizou que Mendes precisa do apoio do União Brasil para viabilizar sua candidatura, alertando que o tempo para mudanças já se esgotou e que acordos serão necessários para seguir adiante.

O que aconteceu

O deputado estadual Júlio Campos (UB) criticou a formação da Federação União Progressista, que visa enterrar a pré-candidatura de seu irmão ao governo.

Por que importa

A declaração de Júlio Campos destaca a tensão política interna e a necessidade de apoio mútuo entre os membros do partido para viabilizar candidaturas.

Pontos-chave

  • Júlio Campos (UB) se disse surpreso com a informação de que a Federação União Progressista protocolou na Justiça Eleitoral os nomes dos membros do diretório executivo em Mato Grosso.
  • Ele acredita que a atitude da federação é uma tentativa de enterrar a pré-candidatura de seu irmão, Jayme Campos (UB), ao governo.
  • Mauro Mendes foi definido como presidente do diretório estadual da federação e precisa do apoio dos Campos para sua candidatura ao Senado.
  • Júlio criticou a inclusão de pessoas sem mandato na nova composição do diretório, afirmando que é uma coisa estranhíssima e não dá para acreditar.
  • Ele afirmou que o acordo feito em Brasília não foi cumprido e que vai acionar aliados para investigar.

Frases-chave

"Nós vamos até o fim e vai ser guerra daqui para frente. Vamos usar todas as armas possíveis porque isso é um desaforo."

"A pica do Saci é porque ele precisa do nosso voto para ser candidato. Ele não tem. Dos 53 votantes, ele tem 20 e 33 votos são nossos."

Fonte original: Isso e Noticia – Politicaleia a matéria completa no site original

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