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Juiz nega liberar salário de servidora condenada a pagar R$ 3,8 mi

A Justiça de Mato Grosso manteve a penhora de 30% do salário de Marlena Nunes Ferraz.

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Marlena Nunes Ferraz terá 30% do salário retido para ressarcir os cofres públicos.

A Justiça de Mato Grosso negou um recurso e decidiu manter a penhora de 30% do salário da servidora estadual Marlena Nunes Ferraz, que foi condenada a ressarcir R$ 3,8 milhões aos cofres públicos. A servidora foi responsabilizada por fraudes no sistema, o que gerou prejuízos significativos ao erário. O valor retido de seu salário é uma medida para garantir o ressarcimento aos cofres públicos, refletindo a gravidade das irregularidades cometidas por Ferraz. A decisão judicial reafirma a postura rigorosa da Justiça em casos de fraudes que afetam a administração pública. Marlena Nunes Ferraz buscou a liberação do valor penhorado através de um recurso, mas a Justiça manteve a decisão anterior, indicando que a responsabilização financeira é uma consequência necessária para a reparação dos danos causados. Essa situação destaca a importância da integridade no serviço público e as consequências legais para aqueles que cometem atos de corrupção.

O que aconteceu

A Justiça de Mato Grosso negou um recurso e manteve a penhora de 30% do salário da servidora estadual Marlena Nunes Ferraz.

Por que importa

A decisão reflete a postura rigorosa da Justiça em casos de fraudes no serviço público e a necessidade de ressarcimento aos cofres públicos.

Números da matéria

  • R$ 3,8 milhõesvalor que Marlena Nunes Ferraz deve ressarcir aos cofres públicos
  • 30%percentual do salário de Marlena Nunes Ferraz que está penhorado

Pontos-chave

  • A Justiça de Mato Grosso manteve a penhora de 30% do salário de Marlena Nunes Ferraz.
  • Marlena Nunes Ferraz foi condenada a ressarcir R$ 3,8 milhões aos cofres públicos.
  • A decisão judicial foi tomada após a análise de um recurso apresentado pela servidora.

Fonte original: Midia Newsleia a matéria completa no site original

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